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SPVS - SOCIEDADE DE PESQUISA EM VIDA SELVAGEM

08/05/09 - SPVS INFORMA
Censo de papagaio ameaçado de extinção será neste fim de semana

27/05/09 - SPVS INFORMA
Estudo no Paraná e Santa Catarina demonstra que são poucas as áreas onde é possível encontrar áreas de Floresta com Araucária

03/09/09 - SPVS INFORMA
Monitoramento da SPVS de ninhos de papagaio-de-cara-roxa recebe apoio

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FUNDAÇÃO O BOTICÁRIO DE PROTEÇÃO A NATUREZA

Quebrar Paradigmas - por Malu Nunes – engenheira florestal, mestre em Conservação da Natureza e diretora executiva da Fundação O Boticário de Proteção à Natureza.

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Parada para observar, e relaxar

A observação de aves oferece aos praticantes momentos de relaxamento e conexão direta com a natureza. A Reserva Natural Salto Morato, da Fundação O Boticário, é um dos lugares ideais para a atividade.

Uma pausa na rotina atribulada para observar aves e estar em contato bem próximo com a natureza é um ótimo exercício para relaxar a mente e movimentar o corpo. A observação de aves é uma atividade sem contra-indicações, pode ser praticada por pessoas de qualquer idade e não exige conhecimento técnico. Os equipamentos necessários para a atividade são um binóculo, uma câmera fotográfica, um gravador de som e roupas confortáveis. A atividade pode ser praticada em qualquer lugar, como parques e praças. No entanto, os ambientes naturais são os ideais, por serem ricos em espécies e oferecem contato mais próximo com a natureza.

“A observação de aves é uma prática que vem crescendo em todo o mundo. No Brasil, ainda é pouco conhecida, mas tem muito espaço para conquistar: somos o país que tem uma das maiores biodiversidade de aves”, afirma o coordenador de Áreas Protegidas da Fundação O Boticário de Proteção à Natureza, Laurenz Pinder.Uma dica de lugar para a observação de aves é a Reserva Natural Salto Morato, em Guaraqueçaba, no litoral do Paraná. A Reserva é da Fundação O Boticário e fica numa das mais bem preservadas áreas de Mata Atlântica do país. Possui uma riqueza de espécies de aves características da região, incluindo ameaçadas de extinção.
O local oferece estrutura de apoio aos visitantes, como trilhas estruturadas, uma biblioteca para pesquisar sobre as espécies encontradas na Reserva e a presença de biólogos, voluntários, estagiários e pesquisadores. Se o objetivo for ficar mais de um dia, há um alojamento e camping.
Já foram registradas no local mais de 329 espécies, o que equivale a 50% das espécies existentes no Paraná e 19% das existentes no Brasil. Muitas destas espécies são de interesse conservacionista, sendo que 39 são de aves em extinção. Há registros de jacutinga (Pipile jacutinga), macuco (Tinamus solitarius), jaó do litoral (Crypturello noctivagus), jacu-guaçu (Penelope obscura), gavião pombo pequeno (Leucopternis lacernulatus), martim pescador da mata (Chloroceryle inda), sabiá pimenta (Carpornis melanocephala) e pavó (Pyroderus scutatus), entre outras.

Benefícios ao meio ambiente - Além de diversão e relaxamento para os praticantes, a atividade também beneficia o meio ambiente, já que pode possibilitar a descoberta de novas espécies na área e contribuiu para a sensibilização da importância de conservar a natureza. “A observação de aves é mais uma forma de aproximar o público leigo da natureza”, diz Laurenz. Até porque a prática não se restringe às aves, mas é estendida à paisagem local, que quanto mais conservada mais condições oferece para a sobrevivência das espécies ali presentes. “Esses praticantes acabam se tornando adeptos da conservação da natureza e influenciam outras pessoas a também se interessarem pela proteção das áreas naturais”, diz Laurenz. O turismo é outro que ganha com a procura de locais para a prática de observação de aves em áreas naturais e as comunidades que vivem nessas regiões podem encontrar uma nova fonte de renda em conciliação com a proteção da natureza.